1. Pesquisa de recursos electrónicos (bibliográficos) no “.Ulisses – Portal de Recursos Electrónicos”
http://metalib.sibul.ul.pt/V?RN=18643874
Manual do Ulisses – Portal de Recursos Electrónicos: http://ulisses.sibul.ul.pt/docs/ulisses-howitworks.pdf
a) – Pesquisa rápida (simples e avançada).
Pesquisa simples sobre “Desenvolvimento sustentável” em : Não encontrado
Pesquisa avançada sobre “Desenvolvimento sustentável” em : Não encontrado
b) Metapesquisa:
http://metalib.sibul.ul.pt/V/9A37GRCBUPH9LNGFD54BD1J9Y9DH7LXLJYP4XDHEY5F6KJ4MFD-11882?func=meta-1
c) Recursos:
http://metalib.sibul.ul.pt/V/G55FVFC8RFLCG7TIY9XTL4N52NCAGC6BXAPS5YQYHC5PYYNISG-11911?func=find-db-1
d) Periódicos:
http://metalib.sibul.ul.pt:3210/sfxlcl3/azlist/default
2. Recursos electrónicos na Biblioteca Digital da Faculdade de Letras de Lisboa
O que é a Biblioteca Digital da Faculdade de Letras de Lisboa? http://www.fl.ul.pt/biblioteca/biblioteca_digital/index.htm
Livro Antigo – Incunábulos:
http://www.fl.ul.pt/biblioteca/biblioteca_digital/index.htm
Livro antigo - Tipografia do séc. XVI:
http://www.fl.ul.pt/biblioteca/biblioteca_digital/index.htm
Teatro – Monografias: http://www.fl.ul.pt/biblioteca/biblioteca_digital/index.htm
Teatro – Periódicos: http://www.fl.ul.pt/biblioteca/biblioteca_digital/index.htm
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
B.2 - Recolha de informação num catálogo em linha
a) - O que é o projecto SIBUL?
Os objectivos do SIBUL são:
Criar e gerir o Catálogo Colectivo das bibliotecas da Universidade de Lisboa de forma a melhorar a eficácia da investigação e do ensino, aumentando os recursos disponíveis de forma imediata;
Melhorar a produção científica, potenciando o acesso da comunidade universitária às colecções bibliográficas existentes, através da informação bibliográfica e do empréstimo interbibliotecas;
Melhorar os serviços biblioteconómicos existentes e minorar os custos do tratamento documental através da partilha de recursos existentes, nomeadamente registos bibliográficos e de autoridade;
Promover planos de cooperação, serviços biblioteconómicos conjuntos, aquisição partilhada de recursos e a ligação a redes nacionais e internacionais num sector em que esta é particularmente necessária e possível de fazer;
Estabelecer políticas de desenvolvimento das colecções que evitem duplicações desnecessárias e que assegurem a existência de materiais de vital importância para a comunidade académica;
Testar e fomentar a aplicação das novas tecnologias da informação aos serviços biblioteconómicos e potenciar a formação tecnológica do pessoal que trabalha nas bibliotecas;
Colaborar noutras iniciativas que surjam no âmbito da cooperação interbibliotecas e de catálogos colectivos, especialmente ao nível universitário.
Enquadramento histórico -
Até finais dos anos 80 era praticamente inexistente o recurso à informática nas bibliotecas da UL Por falta de soluções de hardware e software de custo acessível, pela pouca formação e informação especializada em novas tecnologias por parte dos responsáveis só em 1987 as bibliotecas começaram a criar as suas bases de dados locais e a trocar registos bibliográficos entre si.Para este arranque contribuíram decisivamente dois agentes externos à Universidade: a UNESCO, que disponibilizou o software CDS/ISIS e a BN que o desenvolveu (Porbase)As novas funcionalidades dos sistemas que, entretanto, foram surgindo, o crescimento e importância de novos serviços na Internet motivaram algumas bibliotecas a disponibilizar os seus catálogos. Em 1997 a UL disponibiliza o primeiro catálogo bibliográfico na Internet.Paralelamente a estes desenvolvimentos, os responsáveis pelas bibliotecas levaram a cabo uma campanha de sensibilização junto das chefias da Universidade no sentido de promoverem o salto de qualidade que lhes permitisse ultrapassar as contingências próprias da instituição, que limitavam o bom desempenho da sua actividade: isolamento das várias unidades documentais, ausência de estruturas de coordenação técnica e de planeamento.Em 1998, graças à confluência de uma série de factores conjunturais propícios e a sensibilização da equipa reitoral às tecnologias de informação como motor do desenvolvimento da informação, concretiza-se a aspiração de uma rede das bibliotecas da UL no projecto SIBUL.
- O projecto -
Foi criado o grupo coordenador que:
assegura a gestão do projecto;
planeia, define e revê periodicamente as estratégias de actuação;
assegura o apoio ao nível das chefias superiores;
assegura a boa comunicação entre todos os participantes;
assegura o plano de desenvolvimento técnico acordado entre as partes;
promove a motivação por parte do pessoal das bibliotecas;
promove aceitação da política do consórcio por parte dos utilizadores;
assegura a implementação de uma plataforma técnica e normativa comuns.
Após a fase de instalação e parametrização dos módulos foi criado o grupo de normalização que:
analisa e define directrizes de boa conduta, normas de utilização, notas técnicas e a aplicação de normas internacionais;
tem como objectivo elaborar procedimentos que definem as regras de utilização do sistema e que se traduzem na publicação periódica de Notas Técnicas.
- Caracterização do SIBUL -
Em termos de organização, o catálogo colectivo da UL é composto por uma base de dados bibliográfica única (partilhada por todos). Com o objectivo de manter a especificidade de cada unidade cooperante no SIBUL, em termos de política de empréstimo, aquisições, utilizadores, etc., existe uma base de dados administrativa associada a cada uma. Em termos práticos, isto permite que, sobre um único registo bibliográfico (comum a várias bibliotecas), cada biblioteca registe as suas existências ou defina diferentes políticas de empréstimo.
Optou-se por uma gestão centralizada evitando, deste modo, custos consideravelmente superiores à gestão descentralizada. A Reitoria assumiu implicitamente garantir o bom funcionamento do sistema, o que implicou a criação de uma equipa residente integrando pessoal técnico e informático capaz de responder às solicitações e apoiar tecnicamente as bibliotecas cooperantes, remotamente ou in loco.
Este projecto traduz-se num verdadeiro catálogo colectivo, embora respeitando as especificidades próprias de cada biblioteca. Conta actualmente com 18 unidades orgânicas que na sua maioria, possuíam sistemas de gestão locais, cujos registos foram migrados na sua totalidade para o sistema de suporte ao catálogo colectivo. Nele se disponibilizam mais de 370000 documentos (publicações periódicas, monografias, documentos electrónicos, documentos cartográficos, etc.), o que equivale a quase meio milhão de documentos existentes e referenciados nas várias bibliotecas.
As bibliotecas cooperantes deste catálogo são as seguintes:
Biblioteca do Centro de Estudos Geográficos
Biblioteca do Centro de Linguística
Biblioteca do Complexo Interdisciplinar
Biblioteca da Faculdade de Belas-Artes
Biblioteca da Faculdade de Ciências
Biblioteca da Faculdade de Direito
Biblioteca da Faculdade de Farmácia
Biblioteca da Faculdade de Letras
Biblioteca da Faculdade de Medicina
Biblioteca da Faculdade de Medicina Dentária
Biblioteca da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
Biblioteca do Instituto Bacteriológico de Câmara Pestana
Biblioteca do Instituto de Ciências Sociais
Biblioteca do Instituto Geofísico Infante D. Luís
Biblioteca do Museu de Ciência
Biblioteca do Museu Geológico e Mineralógico
Biblioteca do Museu Laboratório e Jardim Botânico
Biblioteca do Observatório Astronómico
Centro de Documentação Europeia
Serviços de Documentação da Universidade de Lisboa
b) - Pesquisa simples : http://ulisses.sibul.ul.pt/ulisses/portal/html/index.htm
Resultado da pesquisa simples (palavras / adjacente): “Desenvolvimento Sustentável” :
http://aleph18.sibul.ul.pt/F/QHIMSF93GY32NP4JVRJBP83N8TK3M8Q217JI3JS7KX22B37RLG-14497?func=find-b&local_base=&find_code=WRD&request=Desenvolvimento+Sustent%C3%A1vel&adjacent=N&filter_code_1=WLN&filter_code_2=WYR&filter_code_3=WYR&filter_code_4=WFMT&filter_code_5=WLB&filter_request_1=&filter_request_4=&filter_request_2=&filter_request_3=&filter_request_5=&x=34&y=6
d) – Pesquisa multi-campo
http://aleph18.sibul.ul.pt/F/H5FIA9CPEACE6EEIRR4PXDJBBHVAQYCK6FM17VE69PR1FK54TS-09112?func=file&file_name=find-a
e)– Pesquisa multi-base :
http://aleph18.sibul.ul.pt/F/BRUP7SK4KG2DGCC26QGI7X5ID9UJGI55L3HVSVBARQPICBHKX3-08177?func=file&file_name=find-m
f) – Comparação dos resultados obtidos com os diferentes critérios utilizados: Não podemos compara resultados pois pesquisamos em bases de dados diferentes e temas diferentes
Os objectivos do SIBUL são:
Criar e gerir o Catálogo Colectivo das bibliotecas da Universidade de Lisboa de forma a melhorar a eficácia da investigação e do ensino, aumentando os recursos disponíveis de forma imediata;
Melhorar a produção científica, potenciando o acesso da comunidade universitária às colecções bibliográficas existentes, através da informação bibliográfica e do empréstimo interbibliotecas;
Melhorar os serviços biblioteconómicos existentes e minorar os custos do tratamento documental através da partilha de recursos existentes, nomeadamente registos bibliográficos e de autoridade;
Promover planos de cooperação, serviços biblioteconómicos conjuntos, aquisição partilhada de recursos e a ligação a redes nacionais e internacionais num sector em que esta é particularmente necessária e possível de fazer;
Estabelecer políticas de desenvolvimento das colecções que evitem duplicações desnecessárias e que assegurem a existência de materiais de vital importância para a comunidade académica;
Testar e fomentar a aplicação das novas tecnologias da informação aos serviços biblioteconómicos e potenciar a formação tecnológica do pessoal que trabalha nas bibliotecas;
Colaborar noutras iniciativas que surjam no âmbito da cooperação interbibliotecas e de catálogos colectivos, especialmente ao nível universitário.
Enquadramento histórico -
Até finais dos anos 80 era praticamente inexistente o recurso à informática nas bibliotecas da UL Por falta de soluções de hardware e software de custo acessível, pela pouca formação e informação especializada em novas tecnologias por parte dos responsáveis só em 1987 as bibliotecas começaram a criar as suas bases de dados locais e a trocar registos bibliográficos entre si.Para este arranque contribuíram decisivamente dois agentes externos à Universidade: a UNESCO, que disponibilizou o software CDS/ISIS e a BN que o desenvolveu (Porbase)As novas funcionalidades dos sistemas que, entretanto, foram surgindo, o crescimento e importância de novos serviços na Internet motivaram algumas bibliotecas a disponibilizar os seus catálogos. Em 1997 a UL disponibiliza o primeiro catálogo bibliográfico na Internet.Paralelamente a estes desenvolvimentos, os responsáveis pelas bibliotecas levaram a cabo uma campanha de sensibilização junto das chefias da Universidade no sentido de promoverem o salto de qualidade que lhes permitisse ultrapassar as contingências próprias da instituição, que limitavam o bom desempenho da sua actividade: isolamento das várias unidades documentais, ausência de estruturas de coordenação técnica e de planeamento.Em 1998, graças à confluência de uma série de factores conjunturais propícios e a sensibilização da equipa reitoral às tecnologias de informação como motor do desenvolvimento da informação, concretiza-se a aspiração de uma rede das bibliotecas da UL no projecto SIBUL.
- O projecto -
Foi criado o grupo coordenador que:
assegura a gestão do projecto;
planeia, define e revê periodicamente as estratégias de actuação;
assegura o apoio ao nível das chefias superiores;
assegura a boa comunicação entre todos os participantes;
assegura o plano de desenvolvimento técnico acordado entre as partes;
promove a motivação por parte do pessoal das bibliotecas;
promove aceitação da política do consórcio por parte dos utilizadores;
assegura a implementação de uma plataforma técnica e normativa comuns.
Após a fase de instalação e parametrização dos módulos foi criado o grupo de normalização que:
analisa e define directrizes de boa conduta, normas de utilização, notas técnicas e a aplicação de normas internacionais;
tem como objectivo elaborar procedimentos que definem as regras de utilização do sistema e que se traduzem na publicação periódica de Notas Técnicas.
- Caracterização do SIBUL -
Em termos de organização, o catálogo colectivo da UL é composto por uma base de dados bibliográfica única (partilhada por todos). Com o objectivo de manter a especificidade de cada unidade cooperante no SIBUL, em termos de política de empréstimo, aquisições, utilizadores, etc., existe uma base de dados administrativa associada a cada uma. Em termos práticos, isto permite que, sobre um único registo bibliográfico (comum a várias bibliotecas), cada biblioteca registe as suas existências ou defina diferentes políticas de empréstimo.
Optou-se por uma gestão centralizada evitando, deste modo, custos consideravelmente superiores à gestão descentralizada. A Reitoria assumiu implicitamente garantir o bom funcionamento do sistema, o que implicou a criação de uma equipa residente integrando pessoal técnico e informático capaz de responder às solicitações e apoiar tecnicamente as bibliotecas cooperantes, remotamente ou in loco.
Este projecto traduz-se num verdadeiro catálogo colectivo, embora respeitando as especificidades próprias de cada biblioteca. Conta actualmente com 18 unidades orgânicas que na sua maioria, possuíam sistemas de gestão locais, cujos registos foram migrados na sua totalidade para o sistema de suporte ao catálogo colectivo. Nele se disponibilizam mais de 370000 documentos (publicações periódicas, monografias, documentos electrónicos, documentos cartográficos, etc.), o que equivale a quase meio milhão de documentos existentes e referenciados nas várias bibliotecas.
As bibliotecas cooperantes deste catálogo são as seguintes:
Biblioteca do Centro de Estudos Geográficos
Biblioteca do Centro de Linguística
Biblioteca do Complexo Interdisciplinar
Biblioteca da Faculdade de Belas-Artes
Biblioteca da Faculdade de Ciências
Biblioteca da Faculdade de Direito
Biblioteca da Faculdade de Farmácia
Biblioteca da Faculdade de Letras
Biblioteca da Faculdade de Medicina
Biblioteca da Faculdade de Medicina Dentária
Biblioteca da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
Biblioteca do Instituto Bacteriológico de Câmara Pestana
Biblioteca do Instituto de Ciências Sociais
Biblioteca do Instituto Geofísico Infante D. Luís
Biblioteca do Museu de Ciência
Biblioteca do Museu Geológico e Mineralógico
Biblioteca do Museu Laboratório e Jardim Botânico
Biblioteca do Observatório Astronómico
Centro de Documentação Europeia
Serviços de Documentação da Universidade de Lisboa
b) - Pesquisa simples : http://ulisses.sibul.ul.pt/ulisses/portal/html/index.htm
Resultado da pesquisa simples (palavras / adjacente): “Desenvolvimento Sustentável” :
http://aleph18.sibul.ul.pt/F/QHIMSF93GY32NP4JVRJBP83N8TK3M8Q217JI3JS7KX22B37RLG-14497?func=find-b&local_base=&find_code=WRD&request=Desenvolvimento+Sustent%C3%A1vel&adjacent=N&filter_code_1=WLN&filter_code_2=WYR&filter_code_3=WYR&filter_code_4=WFMT&filter_code_5=WLB&filter_request_1=&filter_request_4=&filter_request_2=&filter_request_3=&filter_request_5=&x=34&y=6
d) – Pesquisa multi-campo
http://aleph18.sibul.ul.pt/F/H5FIA9CPEACE6EEIRR4PXDJBBHVAQYCK6FM17VE69PR1FK54TS-09112?func=file&file_name=find-a
e)– Pesquisa multi-base :
http://aleph18.sibul.ul.pt/F/BRUP7SK4KG2DGCC26QGI7X5ID9UJGI55L3HVSVBARQPICBHKX3-08177?func=file&file_name=find-m
f) – Comparação dos resultados obtidos com os diferentes critérios utilizados: Não podemos compara resultados pois pesquisamos em bases de dados diferentes e temas diferentes
B.1 - Recolha de informação em linha (on-line) através de motores de pesquisa.
Pesquisa 1
Termo de pesquisa: direitos humanos
Motor de pesquisa 1 (nº de resultados ‘web’): Results 1 - 10 of about 3,910,000 www.google.pt
.ptMotor de pesquisa 2 (nº de resultados ‘web’): 364.000 resultados www.sapo.pt
Endereço da página com os resultados: http://pesquisa.sapo.pt/?barra=resumo&st=&channel=&q=direitos+humanos http://www.google.com/search?hl=en&q=direitos+humanos&btnG=Google+Search&aq=f&oq=
Definição de
Termo de pesquisa: direitos humanos
Motor de pesquisa 1 (nº de resultados ‘web’): Results 1 - 10 of about 3,910,000 www.google.pt
.ptMotor de pesquisa 2 (nº de resultados ‘web’): 364.000 resultados www.sapo.pt
Endereço da página com os resultados: http://pesquisa.sapo.pt/?barra=resumo&st=&channel=&q=direitos+humanos http://www.google.com/search?hl=en&q=direitos+humanos&btnG=Google+Search&aq=f&oq=
Definição de
A4 Direitos digitais : creative commons
GESTÃO DE DIREITOS DIGITAIS OU GDD * DIGITAL RIGHTS MANAGEMENT OU DRM[
Aplica-se somente aos meios digitais. O conteúdo digital tem ganhado popularidade sobre o conteúdo analógico por dois motivos; o primeiro deve-se ao facto das vantagens técnicas associadas com sua produção, reprodução e manipulação e o segundo porque na maioria das vezes a qualidade é superior em relação ao analógico.
Desde o nascimento dos computadores pessoais, os arquivos de conteúdo digital tornaram-se um meio fácil de fazer cópias de modo ilimitado sem aparecer qualquer perda na qualidade das cópias subsequentes. Muito conteúdo analógico perde qualidade com cada geração copiada e frequentemente durante seu uso normal.
A popularidade da Internet e das ferramentas para compartilhar arquivos simplificou a distribuição de conteúdo digital.”A gestão de direitos digitais ou GDD (em inglês Digital Rights Management ou DRM) consiste em permitir a restrição da difusão por cópia de conteúdos digitais ao mesmo tempo em que se assegura e administra os direitos autorais e suas marcas registadas.
O objectivo da GDD é poder parametrizar e controlar um determinado conteúdo de maneira mais restrita. Actualmente é possível personalizar a difusão de um determinado arquivo comercializado, como por exemplo o número de vezes em que esse arquivo pode ser aberto ou a duração da validade desse arquivo.
LICENÇAS CREATIVE COMMONS
Utiliza obras de outros autores sem lhes pedir autorização, uma vez que esta já foi previamente concedida por uma Licença Creative Commons.
As Licenças Creative Commons permitem expandir a quantidade de obras disponibilizadas livremente e estimular a criação de novas obras com base nas originais, de uma forma eficaz e muito flexível, recorrendo a um conjunto de licenças padrão que garantem a protecção e liberdade - com alguns direitos reservados.
As Licenças Creative Commons situam-se entre os direitos de autor (todos os direitos reservados) e o domínio público (nenhum direito reservado).
Têm âmbito mundial, são perpétuas e gratuitas. Através das Licenças Creative Commons, o autor de uma obra define as condições sob as quais essa obra é partilhada, de forma proactiva e construtiva, com terceiros, sendo que todas as licenças requerem que seja dado crédito ao autor da obra, da forma por ele especificada.
Oferecer o seu trabalho como uma licença Creative Commons não significa que prescinda dos seus direitos de autor. Significa que oferece alguns dos seus direitos ao público mas só sob certas condições.
Que condições? Pode ver um resumo das licenças Creative Commons aqui.O que as licenças precisam é que faça a atribuição da maneira especificada pelo autor ou licenciante.
Atribuição (by)
Esta é a licença mais permissiva do leque de opções. Nos termos desta licença a utilização da obra é livre, podendo os utilizadores fazer dela uso comercial ou criar obras derivadas a partir da obra original. Essencial é, apenas, que seja dado o devido crédito ao seu autor.
Atribuição (by-nc)De acordo com esta licença o autor permite uma utilização ampla da sua obra, limitada, contudo, pela impossibilidade de se obter através dessa utilização uma vantagem comercial. É também essencial que seja dado o devido crédito ao autor da obra original.
Atribuição – Partilha nos Termos da Mesma Licença (by-sa)
Quando um autor opte pela concessão de tal licença pretenderá, não só que lhe seja dado crédito pela criação da sua obra, como também que as obras derivadas desta sejam licenciadas nos mesmos termos em que o foi a sua própria obra. Esta licença é muitas vezes comparada com as licenças de software livre.
Escolha a licença by-sa
Atribuição – Proibição de realização de obras derivadas (by-nd)Esta licença permite a redistribuição, comercial ou não-comercial, desde que a sua obra seja utilizada sem alterações e na integra. É também essencial que seja dado o devido crédito ao autor da obra original.
Escolha a licença by-nd
Atribuição – Uso Não-Comercial – Partilha nos Termos da Mesma Licença (by-nc-sa)Esta licença permite a redistribuição, comercial ou não-comercial, desde que a sua obra seja utilizada sem alterações e na integra. É também essencial que seja dado o devido crédito ao autor da obra original.
Escolha a licença by-nc-sa
Atribuição – Uso Não-Comercial – Proibição de Realização de Obras Derivadas (by-nc-nd)Esta é a licença menos permissiva do leque de opções que se oferece ao autor, permitindo apenas a redistribuição. Mediante adopção desta licença, não só não é permitida a realização de um uso comercial, como é inviabilizada a realização de obras derivadas. Dada a sua natureza, esta licença é muitas vezes chamada de licença de “publicidade livre”.
Aplica-se somente aos meios digitais. O conteúdo digital tem ganhado popularidade sobre o conteúdo analógico por dois motivos; o primeiro deve-se ao facto das vantagens técnicas associadas com sua produção, reprodução e manipulação e o segundo porque na maioria das vezes a qualidade é superior em relação ao analógico.
Desde o nascimento dos computadores pessoais, os arquivos de conteúdo digital tornaram-se um meio fácil de fazer cópias de modo ilimitado sem aparecer qualquer perda na qualidade das cópias subsequentes. Muito conteúdo analógico perde qualidade com cada geração copiada e frequentemente durante seu uso normal.
A popularidade da Internet e das ferramentas para compartilhar arquivos simplificou a distribuição de conteúdo digital.”A gestão de direitos digitais ou GDD (em inglês Digital Rights Management ou DRM) consiste em permitir a restrição da difusão por cópia de conteúdos digitais ao mesmo tempo em que se assegura e administra os direitos autorais e suas marcas registadas.
O objectivo da GDD é poder parametrizar e controlar um determinado conteúdo de maneira mais restrita. Actualmente é possível personalizar a difusão de um determinado arquivo comercializado, como por exemplo o número de vezes em que esse arquivo pode ser aberto ou a duração da validade desse arquivo.
LICENÇAS CREATIVE COMMONS
Utiliza obras de outros autores sem lhes pedir autorização, uma vez que esta já foi previamente concedida por uma Licença Creative Commons.
As Licenças Creative Commons permitem expandir a quantidade de obras disponibilizadas livremente e estimular a criação de novas obras com base nas originais, de uma forma eficaz e muito flexível, recorrendo a um conjunto de licenças padrão que garantem a protecção e liberdade - com alguns direitos reservados.
As Licenças Creative Commons situam-se entre os direitos de autor (todos os direitos reservados) e o domínio público (nenhum direito reservado).
Têm âmbito mundial, são perpétuas e gratuitas. Através das Licenças Creative Commons, o autor de uma obra define as condições sob as quais essa obra é partilhada, de forma proactiva e construtiva, com terceiros, sendo que todas as licenças requerem que seja dado crédito ao autor da obra, da forma por ele especificada.
Oferecer o seu trabalho como uma licença Creative Commons não significa que prescinda dos seus direitos de autor. Significa que oferece alguns dos seus direitos ao público mas só sob certas condições.
Que condições? Pode ver um resumo das licenças Creative Commons aqui.O que as licenças precisam é que faça a atribuição da maneira especificada pelo autor ou licenciante.
Atribuição (by)
Esta é a licença mais permissiva do leque de opções. Nos termos desta licença a utilização da obra é livre, podendo os utilizadores fazer dela uso comercial ou criar obras derivadas a partir da obra original. Essencial é, apenas, que seja dado o devido crédito ao seu autor.
Atribuição (by-nc)De acordo com esta licença o autor permite uma utilização ampla da sua obra, limitada, contudo, pela impossibilidade de se obter através dessa utilização uma vantagem comercial. É também essencial que seja dado o devido crédito ao autor da obra original.
Atribuição – Partilha nos Termos da Mesma Licença (by-sa)
Quando um autor opte pela concessão de tal licença pretenderá, não só que lhe seja dado crédito pela criação da sua obra, como também que as obras derivadas desta sejam licenciadas nos mesmos termos em que o foi a sua própria obra. Esta licença é muitas vezes comparada com as licenças de software livre.
Escolha a licença by-sa
Atribuição – Proibição de realização de obras derivadas (by-nd)Esta licença permite a redistribuição, comercial ou não-comercial, desde que a sua obra seja utilizada sem alterações e na integra. É também essencial que seja dado o devido crédito ao autor da obra original.
Escolha a licença by-nd
Atribuição – Uso Não-Comercial – Partilha nos Termos da Mesma Licença (by-nc-sa)Esta licença permite a redistribuição, comercial ou não-comercial, desde que a sua obra seja utilizada sem alterações e na integra. É também essencial que seja dado o devido crédito ao autor da obra original.
Escolha a licença by-nc-sa
Atribuição – Uso Não-Comercial – Proibição de Realização de Obras Derivadas (by-nc-nd)Esta é a licença menos permissiva do leque de opções que se oferece ao autor, permitindo apenas a redistribuição. Mediante adopção desta licença, não só não é permitida a realização de um uso comercial, como é inviabilizada a realização de obras derivadas. Dada a sua natureza, esta licença é muitas vezes chamada de licença de “publicidade livre”.
A3- Direitos digitais
gestão dos direitos digitais (digital rights management) “têm funções instrumentais em relação à gestão, aos modelos de mercado e aos conceitos de propriedade e de uso de bens digitais“, pelo que “não há que tomar uma posição” de carácter geral sobre os seus riscos ou sobre a sua bondade, excepto nos casos em que “excedam a sua função instrumental“. Esta é a principal conclusão de uma investigação efectuada pelo Grupo de Trabalho da APDSI criado para analisar a GDD.
José Matos Pereira, o seu coordenador, frisou que “as GDD são necessárias e precisam de acompanhar o desenvolvimento das tecnologias, mas é importante salientar que são apenas métodos instrumentais“. E o presidente da APDSI, José Dias Coelho, considera prudentemente esta como uma temática “bastante vasta“, destacando a função subsidiária destas tecnologias. Na sua óptima as GDD “são necessárias” e considerou que são “um dos modelos de negócio presente no mercado entre outros, como os Creative Commons, por exemplo”.
E eu no geral estou de acordo com Dias Coelho. Sou eventualmente mais entusiasta em relação à rápida adopção de alternativas que protejam eficazmente os direitos dos autores das obras e que permitam a existência de alguma forma de mercado — definindo-se aqui mercado um pouco ancestralmente como o “local” onde a oferta e a procura se encontram, por oposição ao conceito de mercado cultural que durou todo o século XX e que na verdade era mais parecido com um mercado de escravos, tal a desproporção entre os lucros dos criadores e os lucros da “cadeia de produção”.
Ao contrário do que pensam algumas pessoas iletradas (aqui no exclusivo sentido em que recusam ler e ouvir até ao fim por força dos seus próprios preconceitos, não quero ofender ninguém), nunca na vida fui ou poderia ser contra uma pessoa não ser remunerada pela sua produção intelectual, cultural ou artística (sejam artistas de circo, de variedades ou de teatro “independente”, saltimbancos, músicos clássicos, you name it).
Essa foi um ideia falsa criada a partir dos meus textos repetidos ao longo de uma década sobre o que estava a acontecer à indústria musical; ao meu tom crítico da legislação que, refinada e depurada ao longo de décadas, tem o primordial objectivo de defender o direito de propriedade das obras, sendos os direitos do autor aspectos acessórios que sucessivas levas de juristas não encontraram forma de erradicar da letra da lei.
Não ser contra um artista, um “artista” ou uma pessoa que produza um bem de entretenimento, informação, cultura, arte (once again, you name it) ganhar a sua vida não implica, no meu caso, querer obrigar todos os artistas, “artistas” (repetir o blá blá e que não se deixe ninguém de fora) a serem remunerados pelo mesmo funil legal — e muito menos obrigá-lo à existência de uma camada de funções proxenetistas, obviamente inúteis (logo, opcionais) a partir do momento em que o meio ambiente proporciona níveis de segurança mútua que dispensam quase totalmente a “protecção” por terceiros.
As licenças Creative Commons são o primeiro passo sério no sentido de evitar o caos total que aí vinha, com o inexorável avanço do sacrílego copyleft, da free-generation (os vintes, educados a terem tudo de borla na net) e sobretudo dos mecanismos GNU e código aberto, que subvertem a lógica de produção industrial centralizada e o respectivo código remuneratório em pirâmide invertida (o lucro é proporcional ao lugar ocupado na hieraraquia da “fábrica”).
O DRM (GDD) não é a tábua de salvação a que se vêm agarrar agora as viúvas da indústria musical — refiro-me aos advogados e não às empresas que — excepto algumas firmas de software lideradas por cegos e invisuais (sentido figurado) — já enxugaram as lágrimas no colo de Steve Jobs e mercadejam no iTunes. Enquanto for assim olhado, o DRM (GDD) permanecerá um equívoco; quando o aceitarem não como uma norma a impôr verticalmente pelos antigos industriais mas como uma alternativa entre outros formatos lógicos de comercialização, então terá encontrado o seu caminho (e haverá paz no Reino Digital Da Criação Cultural e do Consumo Legal).
Como muito bem frisa a análise da APDSI (reproduzo o press-release aqui), a gestão de direitos digitais deverá ter em conta os aspectos relacionados com a concorrência e não poderá destruir ou dificultar os direitos de outros, ou perturbar interesses públicos ou privados de terceiros.
“Há que compreender que para estimular a produção, para criar condições, há que obter remuneração e a venda de direitos de propriedade intelectual é uma possibilidade”, frisou o presidente da associação.
O fundamental da frase de Dias Coelho não está em “há que obter remuneração”, mas sim em “é uma possibilidade”. Entre outras. A economia digital rege-se por regras muito diferentes da economia industrial e as possibilidades da Cauda Longa, o exemplo do freeware (um modelo de negócio que funciona há 20 anos!! Será que ninguém pára para pensar porquê?), do GNU e do código aberto abrem campo a um vastíssimo conjunto de licenciamentos e modelos comerciais — adaptados a um novo paradigma: a web 2.0 operou o milagre da multiplicação dos autores os mais variados, hoje em quantidade astronómica. Autores. Gente. Viva. Com uma audiência. Não propriamente um bando de autores a mendigar uma vaga na economia fechada da produção cultural do século XX — em que tanta cabecinha ainda opera.
Pesquisa feita pelo google baseada no blogue de
http://pauloquerido.net/2007/07/uma_palavrinha_sobre_gestao_dos_direitos_digitais_drm
José Matos Pereira, o seu coordenador, frisou que “as GDD são necessárias e precisam de acompanhar o desenvolvimento das tecnologias, mas é importante salientar que são apenas métodos instrumentais“. E o presidente da APDSI, José Dias Coelho, considera prudentemente esta como uma temática “bastante vasta“, destacando a função subsidiária destas tecnologias. Na sua óptima as GDD “são necessárias” e considerou que são “um dos modelos de negócio presente no mercado entre outros, como os Creative Commons, por exemplo”.
E eu no geral estou de acordo com Dias Coelho. Sou eventualmente mais entusiasta em relação à rápida adopção de alternativas que protejam eficazmente os direitos dos autores das obras e que permitam a existência de alguma forma de mercado — definindo-se aqui mercado um pouco ancestralmente como o “local” onde a oferta e a procura se encontram, por oposição ao conceito de mercado cultural que durou todo o século XX e que na verdade era mais parecido com um mercado de escravos, tal a desproporção entre os lucros dos criadores e os lucros da “cadeia de produção”.
Ao contrário do que pensam algumas pessoas iletradas (aqui no exclusivo sentido em que recusam ler e ouvir até ao fim por força dos seus próprios preconceitos, não quero ofender ninguém), nunca na vida fui ou poderia ser contra uma pessoa não ser remunerada pela sua produção intelectual, cultural ou artística (sejam artistas de circo, de variedades ou de teatro “independente”, saltimbancos, músicos clássicos, you name it).
Essa foi um ideia falsa criada a partir dos meus textos repetidos ao longo de uma década sobre o que estava a acontecer à indústria musical; ao meu tom crítico da legislação que, refinada e depurada ao longo de décadas, tem o primordial objectivo de defender o direito de propriedade das obras, sendos os direitos do autor aspectos acessórios que sucessivas levas de juristas não encontraram forma de erradicar da letra da lei.
Não ser contra um artista, um “artista” ou uma pessoa que produza um bem de entretenimento, informação, cultura, arte (once again, you name it) ganhar a sua vida não implica, no meu caso, querer obrigar todos os artistas, “artistas” (repetir o blá blá e que não se deixe ninguém de fora) a serem remunerados pelo mesmo funil legal — e muito menos obrigá-lo à existência de uma camada de funções proxenetistas, obviamente inúteis (logo, opcionais) a partir do momento em que o meio ambiente proporciona níveis de segurança mútua que dispensam quase totalmente a “protecção” por terceiros.
As licenças Creative Commons são o primeiro passo sério no sentido de evitar o caos total que aí vinha, com o inexorável avanço do sacrílego copyleft, da free-generation (os vintes, educados a terem tudo de borla na net) e sobretudo dos mecanismos GNU e código aberto, que subvertem a lógica de produção industrial centralizada e o respectivo código remuneratório em pirâmide invertida (o lucro é proporcional ao lugar ocupado na hieraraquia da “fábrica”).
O DRM (GDD) não é a tábua de salvação a que se vêm agarrar agora as viúvas da indústria musical — refiro-me aos advogados e não às empresas que — excepto algumas firmas de software lideradas por cegos e invisuais (sentido figurado) — já enxugaram as lágrimas no colo de Steve Jobs e mercadejam no iTunes. Enquanto for assim olhado, o DRM (GDD) permanecerá um equívoco; quando o aceitarem não como uma norma a impôr verticalmente pelos antigos industriais mas como uma alternativa entre outros formatos lógicos de comercialização, então terá encontrado o seu caminho (e haverá paz no Reino Digital Da Criação Cultural e do Consumo Legal).
Como muito bem frisa a análise da APDSI (reproduzo o press-release aqui), a gestão de direitos digitais deverá ter em conta os aspectos relacionados com a concorrência e não poderá destruir ou dificultar os direitos de outros, ou perturbar interesses públicos ou privados de terceiros.
“Há que compreender que para estimular a produção, para criar condições, há que obter remuneração e a venda de direitos de propriedade intelectual é uma possibilidade”, frisou o presidente da associação.
O fundamental da frase de Dias Coelho não está em “há que obter remuneração”, mas sim em “é uma possibilidade”. Entre outras. A economia digital rege-se por regras muito diferentes da economia industrial e as possibilidades da Cauda Longa, o exemplo do freeware (um modelo de negócio que funciona há 20 anos!! Será que ninguém pára para pensar porquê?), do GNU e do código aberto abrem campo a um vastíssimo conjunto de licenciamentos e modelos comerciais — adaptados a um novo paradigma: a web 2.0 operou o milagre da multiplicação dos autores os mais variados, hoje em quantidade astronómica. Autores. Gente. Viva. Com uma audiência. Não propriamente um bando de autores a mendigar uma vaga na economia fechada da produção cultural do século XX — em que tanta cabecinha ainda opera.
Pesquisa feita pelo google baseada no blogue de
http://pauloquerido.net/2007/07/uma_palavrinha_sobre_gestao_dos_direitos_digitais_drm
A2 Ética na investigação cientifica
Ética na investigação científica
A preocupação ética relativamente aos novos desenvolvimentos científicos e tecnológicos tem dado origem ao surgimento de novos campos de trabalho interdisciplinares, a Bioética é disso um exemplo, onde convergem competências provenientes das Ciências Exactas e Naturais, das Tecnologias, da Filosofia, do Direito, etc.
Procura-se estabelecer os fundamentos da Ética na investigação e deduzir regras de Comportamento Ético para uso dos investigadores.
A preocupação ética aumenta em proporção com a capacidade humana para interferir com a Natureza; a Ética é a consciência colectiva que avisa que ao aumento das capacidades tecnológicas corresponde um aumento da responsabilidade de quem delas faz uso.
Sendo a ética um produto da evolução, sendo o processo de selecção natural responsável pela homologação e rejeição dos desenvolvimentos tecnológicos, fará sentido pedir ao cientista que se questione sobre os seus trabalhos de investigação? Não poderá ele empenhar-se a fundo no desenvolvimento e deixar à selecção natural a incumbência de atribuir o justo valor a cada novo desenvolvimento? A verdade é que a ética foi precisamente um dos mecanismos que a selecção arranjou para protecção do organismo social. Podemos ver a ética como um sistema de imunidade do organismo, pronto a actuar onde se manifeste uma infecção capaz de pôr em risco a saúde. A ética actua de forma essencialmente preventiva; o organismo social dispõe de outros meios de protecção, de tipo activo, cuja função é curar as doenças, se necessário segregando as células infectadas.
O comportamento ético não tem regras fixas e universais; o investigador deve perguntar-se continuamente se o seu trabalho é feito em prol deste organismo planetário, que é a humanidade, com a consciência de que o organismo tem os seus meios próprios de aceitação e rejeição. Os códigos de ética existentes em vários sectores de actividade são auxiliares para a decisão individual, mas não são estes códigos que, de facto, estabelecem as regras da ética.
Alguns princípios gerais de ética:
1. Competência profissionalManter o mais elevado nível de competência profissional no seu trabalhoReconhecer as limitações da sua especializaçãoSó aceitar as tarefas para as quais estiver preparadoReconhecer necessidade de formação contínua para se manter actualizado
2. IntegridadeRelacionamento honesto, correcto e respeitador dos outros profissionaisNão fazer declarações / afirmações falsas ou enganadoras
3. Responsabilidade profissional e científicaManter o mais elevado padrão ético na sua conduta profissional para não prejudicar a imagem e reputação da comunidade profissional e científica de que faz parte
4. Respeito pelos direitos, dignidade e diversidade das pessoasEvitar qualquer forma de discriminação com base na idade, género, raça, nacionalidade, religião, orientação sexual, deficiência, condições de saúde, estado civil, relações familiaresReconhecer nos outros o direito de ter valores, atitudes e opiniões diferentes da sua
5. Responsabilidade socialTem obrigações para com a comunidade em que vive e trabalha, pelo que deve tornar público os resultados da sua investigaçãoContribuir para o avanço da ciência e para o bem público com a sua investigação».
A preocupação ética relativamente aos novos desenvolvimentos científicos e tecnológicos tem dado origem ao surgimento de novos campos de trabalho interdisciplinares, a Bioética é disso um exemplo, onde convergem competências provenientes das Ciências Exactas e Naturais, das Tecnologias, da Filosofia, do Direito, etc.
Procura-se estabelecer os fundamentos da Ética na investigação e deduzir regras de Comportamento Ético para uso dos investigadores.
A preocupação ética aumenta em proporção com a capacidade humana para interferir com a Natureza; a Ética é a consciência colectiva que avisa que ao aumento das capacidades tecnológicas corresponde um aumento da responsabilidade de quem delas faz uso.
Sendo a ética um produto da evolução, sendo o processo de selecção natural responsável pela homologação e rejeição dos desenvolvimentos tecnológicos, fará sentido pedir ao cientista que se questione sobre os seus trabalhos de investigação? Não poderá ele empenhar-se a fundo no desenvolvimento e deixar à selecção natural a incumbência de atribuir o justo valor a cada novo desenvolvimento? A verdade é que a ética foi precisamente um dos mecanismos que a selecção arranjou para protecção do organismo social. Podemos ver a ética como um sistema de imunidade do organismo, pronto a actuar onde se manifeste uma infecção capaz de pôr em risco a saúde. A ética actua de forma essencialmente preventiva; o organismo social dispõe de outros meios de protecção, de tipo activo, cuja função é curar as doenças, se necessário segregando as células infectadas.
O comportamento ético não tem regras fixas e universais; o investigador deve perguntar-se continuamente se o seu trabalho é feito em prol deste organismo planetário, que é a humanidade, com a consciência de que o organismo tem os seus meios próprios de aceitação e rejeição. Os códigos de ética existentes em vários sectores de actividade são auxiliares para a decisão individual, mas não são estes códigos que, de facto, estabelecem as regras da ética.
Alguns princípios gerais de ética:
1. Competência profissionalManter o mais elevado nível de competência profissional no seu trabalhoReconhecer as limitações da sua especializaçãoSó aceitar as tarefas para as quais estiver preparadoReconhecer necessidade de formação contínua para se manter actualizado
2. IntegridadeRelacionamento honesto, correcto e respeitador dos outros profissionaisNão fazer declarações / afirmações falsas ou enganadoras
3. Responsabilidade profissional e científicaManter o mais elevado padrão ético na sua conduta profissional para não prejudicar a imagem e reputação da comunidade profissional e científica de que faz parte
4. Respeito pelos direitos, dignidade e diversidade das pessoasEvitar qualquer forma de discriminação com base na idade, género, raça, nacionalidade, religião, orientação sexual, deficiência, condições de saúde, estado civil, relações familiaresReconhecer nos outros o direito de ter valores, atitudes e opiniões diferentes da sua
5. Responsabilidade socialTem obrigações para com a comunidade em que vive e trabalha, pelo que deve tornar público os resultados da sua investigaçãoContribuir para o avanço da ciência e para o bem público com a sua investigação».
A1 As etapas do proceso de investigaçao cientifica
O procedimento cientifico é um processo em três actos cuja ordem deve de ser respeitada:
1- Definição do problema
2-Construção do modelo de análise
3-Verificação( recolha e análise da imformação)
Os três actos subdividem-se em 7 etapas.
Estas etapas estão em permanente retroacção - interacção
1. Pergunta de partida
2. Exploração
3. Problemática
4. Construção
5. Observação
6. Analise da informação
7. Conclusão
O processo é iniciado com a formulação da pergunta de partida, esta deve ter como qualidades a clareza, a exequibilidade e a pertinência; com a exploração feita com base em leituras e entrevistas, e expondo a problemática, que tem como base o balanço das leituras e entrevistas, estabelecer um quadro teórico e explicitar a problemática retida.
Segue-se a etapa da construção dos modelos hipóteses e conceitos, precisando as relações entre conceitos entre hipótese e precisando as dimensões e indicadores.
Nas três etapas finais, dá-se a observação, onde se delimita o campo de observação, se concebe o instrumento a observar, se testa o instrumento da observação e se procede à recolha da informação; seguindo-se a análise das informações recolhidas. Por fim, na conclusão, além de ser recapitulado o procedimento, apresentam-se os resultados pondo em evidência os novos conhecimentos e as consequências praticas.
1- Definição do problema
2-Construção do modelo de análise
3-Verificação( recolha e análise da imformação)
Os três actos subdividem-se em 7 etapas.
Estas etapas estão em permanente retroacção - interacção
1. Pergunta de partida
2. Exploração
3. Problemática
4. Construção
5. Observação
6. Analise da informação
7. Conclusão
O processo é iniciado com a formulação da pergunta de partida, esta deve ter como qualidades a clareza, a exequibilidade e a pertinência; com a exploração feita com base em leituras e entrevistas, e expondo a problemática, que tem como base o balanço das leituras e entrevistas, estabelecer um quadro teórico e explicitar a problemática retida.
Segue-se a etapa da construção dos modelos hipóteses e conceitos, precisando as relações entre conceitos entre hipótese e precisando as dimensões e indicadores.
Nas três etapas finais, dá-se a observação, onde se delimita o campo de observação, se concebe o instrumento a observar, se testa o instrumento da observação e se procede à recolha da informação; seguindo-se a análise das informações recolhidas. Por fim, na conclusão, além de ser recapitulado o procedimento, apresentam-se os resultados pondo em evidência os novos conhecimentos e as consequências praticas.
